segunda-feira, 28 de junho de 2010

A Era das Redes Sociais como Veículos de Comunicação!

As pessoas gastam  horas por dia em redes sociais, é um movimento amplo, como Facebook, Orkut, Twitter, LinkedIn e um crescente número de redes sociais que representam "um movimento cultural" e uma nova "psicologia". Os usuários revelam muito sobre os seus interesses, como esportes favoritos, hobbies e preferências de produto.  A Web evoluiu de uma mera "informação web" para um mapa mundial de pessoas, e  é uma mudança que acontece em tempo real, com profundas implicações sociais.  

As redes sociais proporcionam às empresas um acesso mais amplo aos novos clientes, como também  é uma  estratégia para  redução de custos em puplicidade, " fazer mais com menos", e aproveitar a capacidade das redes sociais. Empresas e usuários procuram encontrar novas maneiras de ganhar seguidores e retweet de mensagens que consideram ser  relevantes ou importantes. O fenômeno das redes sociais é um terreno fértil para o cultivo de marketing eficiente e programas de comunicação. 

O importante é compreender o poder das redes sociais, e reservar uma parte do budget de marketing nestes veículos. Para isso, vale a pena pensar nos seguintes tópicos:
 
Pesquise o seu público-alvo. Conhecer o seu público-alvo é fundamental, saber oferecer o que eles querem, na hora em que querem e onde eles buscam informações a respeito do que querem. Portanto, nada melhor do que pesquisar. Visite as comunidades relacionadas a seu produto, ou que reúnam as pessoas que você quer atingir. Vale a pena investir seu tempo para conhecer a linguagem destas pessoas, o que elas esperam, como interagem. Assim, o risco de fazer uma campanha equivocada ou fora de foco é consideravelmente reduzido.

Tente validar seu investimento. Será que vale a pena investir num banner em alguma rede social? Se você acredita que sim, então fique atento às métricas dos cliques. Lembre-se que banners são meios "conservadores" de publicidade num ambiente onde a interação e a troca de idéias na maioria das vezes tem muito mais impacto do que uma campanha "institucionalizada".

Veja as outras formas de interação. além das redes sociais, os blogs já provaram seu poder catalisador de opiniões, e é preciso também lembrar dos espaços oferecidos nos comunicadores instantâneos - neste caso, sabemos que alguns espaços nos comunicadores mais badalados estão entre os lugares mais caros e cobiçados. Se você tiver verba, ótimo - se não, os blogs continuam sendo uma boa pedida também, justamente por seu poder de viralização das mensagens.

Meça, é claro. Sim,  existem métricas totalmente eficazes para este tipo de ação, já existem empresas no Brasil que fazem a monitoração das redes sociais, e são capazes de fornecer relatórios das citações que uma marca recebe neste inesgotável universo de discussão. Combinando-se este tipo de mensuração com as métricas que certamente sua campanha gerar, ao menos você terá uma idéia a respeito da efetividade de suas ações junto às redes sociais. Por exemplo: você pode descobrir que aquele banner legal que você colocou numa comunidade, apesar de ser bastante clicável, gerou uma repercussão negativa. O equilíbrio entre "quantitativo" e "qualitativo" faz toda a diferença.

Aposte no customizável. As coisas estão partindo para um nível de personalização jamais visto anteriormente. O caminho para as redes sociais é permitir que se desenvolvam aplicações customizadas dentro de suas plataformas. Certamente, criar um widget para os fiéis participantes da comunidade sobre seu produto pode ser bem mais efetivo do que encher a página de banners.




quinta-feira, 24 de junho de 2010

Confiança do consumidor de e-commerce no Brasil em maio supera 86%

O índice de confiança do consumidor de comércio eletrônico chegou a 86,03% em maio, de acordo com a empresa de serviços de e-commerce e-bit. O índice é o mesmo que foi registrado em abril.
No entanto, o resultado é ligeiramente inferior à média do índice em 2009, que foi de 86,3%. O índice mais baixo no ano passado foi o de fevereiro: 85,98%. O mais alto ocorreu em agosto (87,29%).
Para a e-bit, o patamar é positivo, pois indica que as lojas conseguiram manter seu nível de qualidade no atendimento. De acordo com a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), O ponto de excelência é atingido quando o indice chega a 85%.
O Índice de Confiança do e-consumidor foi criado pela e-bit em parceria com o Movimento Internet Segura, um comitê da  camara-e.net voltado à educação do usuário final nas melhores práticas da web. O nível de satisfação é medido por meio de dez quesitos, como facilidade de compra, seleção de produtos, preços, navegação e entrega no prazo, entre outros.
O indice de maio baseou-se nas respostas de 113.948 pessoas que fizeram compras em sites de e-commerce entre os dias 1.º e 31 daquele mês.

 Fonte: IDG Now!

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Consumidor online é mais jovem e ganha o dobro, constata pesquisa

Os consumidores que optam pelas compras via internet são mais jovens e ganham mais que o dobro dos que preferem o varejo tradicional, constatou pesquisa divulgada hoje pela E-bit, empresa de informações sobre comércio eletrônico. De acordo com o levantamento, enquanto 80% dos adeptos às compras virtuais têm entre 25 e 59 anos, 66% dos consumidores de lojas encontram-se nessa faixa de etária. A renda média familiar do e-consumidor é de cerca de R$ 3.560, enquanto os que realizam suas compras offline ganham R$ 1.444.

O consumidor virtual recorre às lojas principalmente para escolher produtos que ele quer tocar e experimentar, como alimentos, roupas e perfumes. Esse comportamento aponta que há demanda para novas plataformas nos conceitos Web 2.0. "As lojas que comercializam esse tipo de produto podem disponibilizar vídeos, opiniões de consumidores e imagens 3D para que seus clientes sintam-se mais confiantes", sugere o diretor geral da E-bit, Pedro Guasti.

Acostumados em utilizar o cartão de crédito nas compras, os e-consumidores também optam por essa forma de pagamento no varejo físico. Já quem compra apenas em lojas prefere pagar com dinheiro, exceto quando adquire produtos de maior valor, como eletroeletrônicos e eletrodomésticos. O consumidor tradicional ainda observa a internet como obstáculo, pois não se sente familiarizado com o meio eletrônico. Segundo o estudo, entre esse público, apenas 3% considerariam adquirir um eletrodoméstico pela web, mesmo não sendo esse o canal que costumam escolher para fazer compras.

Na primeira edição da pesquisa Cross Channel, feita em parceria com o Instituto Análise, foram ouvidos cerca de 6,5 mil consumidores durante o mês de março. O objetivo do levantamento, que será feito regularmente, é analisar o comportamento do consumidor que compra na internet e no varejo tradicional. Atualmente, o comércio eletrônico conta com mais de 17,5 milhões de consumidores e registrou faturamento de R$ 10,6 bilhões em 2009.

Fonte: Valor