Pioneira no uso da Internet para se comunicar com seus públicos e ampliar a exposição da marca, a Tecnisa usa muito bem as redes sociais.
Entrevista com o Diretor de Internet da Tecnisa - Romeo Busarello.
O blog é ainda o carro- chefe da Tecnisa nas redes sociais? O blog é ainda o carro-chefe, mas o Twitter está encostando. Falo com muita força para os meus alunos que se eu não tivesse me reinventado ao longo desses últimos cinco ou seis anos, eu certamente teria perdido o meu emprego, porque ainda estaria fazendo mala direta 21x28, em papel couché, 4x4, e o fato de eu nunca ter me descuidado das questões tecnológicas, me deixou um profissional mais completo sob o ponto de visto do marketing, por que eu sei muito bem o mundo analógico, que foi o que norteou a minha carreira, e hoje conheço também profundamente o mundo digital.
Se você pudesse sintetizar, qual é a importância das redes sociais para a Tecnisa?
Elas têm várias importâncias. A Tecnisa se destacou com as redes sociais, no cenário nacional, e tornou-se uma referência nacional. Não somos uma Nike, Nokia, Adidas, ou um produto cool, somos uma construtora que vende um produto com tíquete médio de R$ 500 mil, basicamente, na cidade de São Paulo, e hoje quando você fala de redes sociais no Brasil, a primeira referência que se tem é de uma construtora, é da Tecnisa. Então as redes nos ajudaram muito no desenvolvimento de marca. Hoje, a maca tem uma reputação ligada à Internet, inovação e boas práticas de marketing digital, que tornaram a marca conhecida a custo baixo. Além disso, estamos aprendendo a nos engajar, dialogar, ser transparente, gerar tráfego e até, em ultima instância, vender pelas redes sociais, como foi a venda que fizemos pelo Twitter. Hoje, temos mais de dez unidades originadas por contrato pelo Twitter. Uma coisa que sempre gosto de ressaltar é que não é toda a empresa que precisa estar nas redes sociais. Uma Claro, Vivo, ou empresas, como por exemplo, a NET, que têm grande volume de clientes, podem correr o risco de entrar e depois não dar conta da vazão, porque o internauta brasileiro é muito participativo e colaborativo. Vemos pelo blog como eles participam, colaboram, interagem, isso porque somos uma construtora e vendemos um produto que não tem muita aderência, e mesmo assim, o internauta interage. Então é preciso dar retorno, porque eles mandam, postam, comentam e sempre gostam de ter esse retorno.
Fonte: Catho