segunda-feira, 28 de junho de 2010

A Era das Redes Sociais como Veículos de Comunicação!

As pessoas gastam  horas por dia em redes sociais, é um movimento amplo, como Facebook, Orkut, Twitter, LinkedIn e um crescente número de redes sociais que representam "um movimento cultural" e uma nova "psicologia". Os usuários revelam muito sobre os seus interesses, como esportes favoritos, hobbies e preferências de produto.  A Web evoluiu de uma mera "informação web" para um mapa mundial de pessoas, e  é uma mudança que acontece em tempo real, com profundas implicações sociais.  

As redes sociais proporcionam às empresas um acesso mais amplo aos novos clientes, como também  é uma  estratégia para  redução de custos em puplicidade, " fazer mais com menos", e aproveitar a capacidade das redes sociais. Empresas e usuários procuram encontrar novas maneiras de ganhar seguidores e retweet de mensagens que consideram ser  relevantes ou importantes. O fenômeno das redes sociais é um terreno fértil para o cultivo de marketing eficiente e programas de comunicação. 

O importante é compreender o poder das redes sociais, e reservar uma parte do budget de marketing nestes veículos. Para isso, vale a pena pensar nos seguintes tópicos:
 
Pesquise o seu público-alvo. Conhecer o seu público-alvo é fundamental, saber oferecer o que eles querem, na hora em que querem e onde eles buscam informações a respeito do que querem. Portanto, nada melhor do que pesquisar. Visite as comunidades relacionadas a seu produto, ou que reúnam as pessoas que você quer atingir. Vale a pena investir seu tempo para conhecer a linguagem destas pessoas, o que elas esperam, como interagem. Assim, o risco de fazer uma campanha equivocada ou fora de foco é consideravelmente reduzido.

Tente validar seu investimento. Será que vale a pena investir num banner em alguma rede social? Se você acredita que sim, então fique atento às métricas dos cliques. Lembre-se que banners são meios "conservadores" de publicidade num ambiente onde a interação e a troca de idéias na maioria das vezes tem muito mais impacto do que uma campanha "institucionalizada".

Veja as outras formas de interação. além das redes sociais, os blogs já provaram seu poder catalisador de opiniões, e é preciso também lembrar dos espaços oferecidos nos comunicadores instantâneos - neste caso, sabemos que alguns espaços nos comunicadores mais badalados estão entre os lugares mais caros e cobiçados. Se você tiver verba, ótimo - se não, os blogs continuam sendo uma boa pedida também, justamente por seu poder de viralização das mensagens.

Meça, é claro. Sim,  existem métricas totalmente eficazes para este tipo de ação, já existem empresas no Brasil que fazem a monitoração das redes sociais, e são capazes de fornecer relatórios das citações que uma marca recebe neste inesgotável universo de discussão. Combinando-se este tipo de mensuração com as métricas que certamente sua campanha gerar, ao menos você terá uma idéia a respeito da efetividade de suas ações junto às redes sociais. Por exemplo: você pode descobrir que aquele banner legal que você colocou numa comunidade, apesar de ser bastante clicável, gerou uma repercussão negativa. O equilíbrio entre "quantitativo" e "qualitativo" faz toda a diferença.

Aposte no customizável. As coisas estão partindo para um nível de personalização jamais visto anteriormente. O caminho para as redes sociais é permitir que se desenvolvam aplicações customizadas dentro de suas plataformas. Certamente, criar um widget para os fiéis participantes da comunidade sobre seu produto pode ser bem mais efetivo do que encher a página de banners.




quinta-feira, 24 de junho de 2010

Confiança do consumidor de e-commerce no Brasil em maio supera 86%

O índice de confiança do consumidor de comércio eletrônico chegou a 86,03% em maio, de acordo com a empresa de serviços de e-commerce e-bit. O índice é o mesmo que foi registrado em abril.
No entanto, o resultado é ligeiramente inferior à média do índice em 2009, que foi de 86,3%. O índice mais baixo no ano passado foi o de fevereiro: 85,98%. O mais alto ocorreu em agosto (87,29%).
Para a e-bit, o patamar é positivo, pois indica que as lojas conseguiram manter seu nível de qualidade no atendimento. De acordo com a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), O ponto de excelência é atingido quando o indice chega a 85%.
O Índice de Confiança do e-consumidor foi criado pela e-bit em parceria com o Movimento Internet Segura, um comitê da  camara-e.net voltado à educação do usuário final nas melhores práticas da web. O nível de satisfação é medido por meio de dez quesitos, como facilidade de compra, seleção de produtos, preços, navegação e entrega no prazo, entre outros.
O indice de maio baseou-se nas respostas de 113.948 pessoas que fizeram compras em sites de e-commerce entre os dias 1.º e 31 daquele mês.

 Fonte: IDG Now!

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Consumidor online é mais jovem e ganha o dobro, constata pesquisa

Os consumidores que optam pelas compras via internet são mais jovens e ganham mais que o dobro dos que preferem o varejo tradicional, constatou pesquisa divulgada hoje pela E-bit, empresa de informações sobre comércio eletrônico. De acordo com o levantamento, enquanto 80% dos adeptos às compras virtuais têm entre 25 e 59 anos, 66% dos consumidores de lojas encontram-se nessa faixa de etária. A renda média familiar do e-consumidor é de cerca de R$ 3.560, enquanto os que realizam suas compras offline ganham R$ 1.444.

O consumidor virtual recorre às lojas principalmente para escolher produtos que ele quer tocar e experimentar, como alimentos, roupas e perfumes. Esse comportamento aponta que há demanda para novas plataformas nos conceitos Web 2.0. "As lojas que comercializam esse tipo de produto podem disponibilizar vídeos, opiniões de consumidores e imagens 3D para que seus clientes sintam-se mais confiantes", sugere o diretor geral da E-bit, Pedro Guasti.

Acostumados em utilizar o cartão de crédito nas compras, os e-consumidores também optam por essa forma de pagamento no varejo físico. Já quem compra apenas em lojas prefere pagar com dinheiro, exceto quando adquire produtos de maior valor, como eletroeletrônicos e eletrodomésticos. O consumidor tradicional ainda observa a internet como obstáculo, pois não se sente familiarizado com o meio eletrônico. Segundo o estudo, entre esse público, apenas 3% considerariam adquirir um eletrodoméstico pela web, mesmo não sendo esse o canal que costumam escolher para fazer compras.

Na primeira edição da pesquisa Cross Channel, feita em parceria com o Instituto Análise, foram ouvidos cerca de 6,5 mil consumidores durante o mês de março. O objetivo do levantamento, que será feito regularmente, é analisar o comportamento do consumidor que compra na internet e no varejo tradicional. Atualmente, o comércio eletrônico conta com mais de 17,5 milhões de consumidores e registrou faturamento de R$ 10,6 bilhões em 2009.

Fonte: Valor

sexta-feira, 28 de maio de 2010

" COMO ABRIR UMA LOJA VIRTUAL DE SUCESSO"


Muitas pessoas se perguntam sobre como entrar no comércio eletrônico.  É como abrir uma loja offline e precisa ser cuidada como um ativo da empresa,   tenho uma  dica para vocês, o livro " Como Abrir Uma Loja Virtual de Sucesso" o autor é meu professor em Marketing Digital  Maurício Salvador,  e o  livro é uma excelente fonte para quem vai ingressar no fantástico mundo do comércio eletrônico.

O livro “Como Abrir uma Loja Virtual de Sucesso” é baseado na experiência prática do autor adquirida depois de auxiliar mais de 500 pequenas e médias empresas a venderem seus produtos pela internet. Traz informações valiosas sobre o que empresários, estudantes, profissionais liberais e empreendedores, devem fazer para começar a vender produtos e serviços pela internet. Além de mostrar as principais ferramentas disponíveis para criação de uma loja virtual, desde dicas para contratação de plataformas até como capturar imagens de produtos, passando pela criação de textos e avaliação de compradores. O livro também mostra, de maneira didática, como utilizar com mais precisão as diferentes ferramentas de marketing disponíveis na internet, para divulgar sua loja virtual com muito mais custo/benefício. Outra abordagem do livro é com relação aos níveis de serviço que devem ser buscados em gestão de logística, controle de estoques e atendimento aos clientes, onde o autor apresenta as principais dificuldades encontradas, assim como soluções criativas e fornecedores desses tipos de serviços.

Para Comprar Clique Aqui!

BIOGRAFIA MAURICIO SALVADOR

*Mauricio Salvador é Mestre em Comunicação e Administração, tem MBA em Gestão e Estratégias em Negócios, foi Trainee no jornal Gazeta Mercantil, Executivo de Contas no Yahoo! Brasil e Diretor de Marketing e Vendas para América Latina na e-bit, maior empresa de informações de comércio eletrônico, do Grupo BuscaPé, atendendo diretamente clientes como Claro, Pão de Açucar, Wal-Mart, Saraiva, Hermes, Polishop, Ponto Frio e MasterCard, entre outros. Também lecionou na Universidade da California - Berkeley, as disciplinas de E-commerce Strategies, Social Media Marketing, E-mail Marketing e Search Marketing e estruturou as áreas de e-commerce e marketing on-line de uma start-up em São Francisco, California. Atualmente é Professor de MBA em Comércio Eletrônico e Marketing Online na FIA - Fundação Instituto de Administração e na Universidade Anhembi Morumbi, fundador, coordenador e professor da Ecommerce School onde já treinou mais de 500 pequenas e médias empresas em como lucrar com vendas internet.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Buscapé Grátis para MPe's que utilizam a plataforma do Pagamento DIgital

O site de comparação de preços BuscaPé divulgou nesta terça-feira, 25, de Maio de 2010  uma parceria com a Pagamento Digital.
Com a novidade, os clientes da plataforma de pagamento online poderão anunciar gratuitamente no Buscapé. A expectativa das empresas é beneficiar mais de 10 mil lojistas com esta integração.
"Os pequenos e médios lojistas terão não apenas segurança nas suas transações, mas poderão também elevar suas vendas ao anunciar suas ofertas para um grande número de consumidores”, declara Viviane Massuda , Gerente de Marketing do Pagamento Digital.
Segundo ela, a parceria do BuscaPé com o Pagamento Digital também beneficiará a aos consumidores, já que eles passarão a ter acesso a uma gama ainda maior de produtos e lojas.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Você sabia que pelo seu celular você pode...

Ler e responder e-mails.
Acessar Redes Sociais como facebook, twitter, orkut,etc. 
Ver seu saldo ou fazer um pagamento bancário.
Saber a previsão de tempo e condição de trânsito da sua cidade.
Acessar os horários das salas de cinema.
Acessar livros de receitas.
Fazer compras...

Não há dúvida de que o uso da web móvel está em ascensão, o tráfego 3G em mercados desenvolvidos vai aumentar em 20% até o final de 2014, é uma  tendência e o mercado esta vendo uma  explosão de aplicativos, a consolidação das App Stores (iPhone, Android, Blackberry, etc.) Os aplicativos são uma ótima forma de oferecer serviços, entretenimento e conteúdo, especialmente no campo do Mobile Marketing, as agências e anunciantes têm percebido que os aplicativos são uma ótima forma de engajar o consumidor com a marca, de uma forma constante, não-invasiva, e com alto retorno sobre investimento, é o caso da Sadia que  está realizando uma  ação de mobile advertising  para divulgar seu mobile site http://m.sadia.com.br  a ação vem para divulgar a versão temática do mobile site para a Copa do Mundo. O usuário pode, por exemplo, usar o celular para buscar uma receita por ingrediente ou fazer convites com o envio de uma receita por e-mail (de acordo com a compatibilidade dos aparelhos). Além disso, é possível encontrar ainda informações detalhadas sobre os produtos Sadia.

Quem também apostou no mobile  foi o grupo Pão de Açucar,  basta instalar um aplicativo em seu celular via Windows Marketplace for Moblie .  O aplicativo oferece uma experiência de compra bastante semelhante ao que o cliente já conhece na internet, disponibilizando todos os recursos para a realização de compras de forma prática, o cliente pode estar em qualquer lugar. 

As principais funcionalidades são: Listas prontas: Para comodidade e agilidade na compra, estão disponíveis listas de produtos selecionados para as principais necessidades do dia a dia do cliente. O cliente pode optar por incluir toda a lista no carrinho virtual ou somente os produtos que precisar. Listas pessoais: o cliente pode também criar as suas próprias listas no site do Pão de Açúcar Delivery, que passa a estar acessível também para as compras pelo celular. Últimas compras: com este recurso fica fácil incluir no carrinho os produtos que o cliente compra com freqüência. Busca: o cliente pode pesquisar todos os produtos que estão disponíveis no site. Dados do produto: o cliente pode consultar a foto, os detalhes nutricionais e ingredientes da cada produto. Carrinho virtual: permite que o cliente revise e altere o seu pedido antes de fechar a compra. Janela de entrega: Escolha do dia e horário mais adequado para receber os produtos. Endereços de entrega: o cliente pode escolher onde quer receber a sua compra, dentro dos endereços que foram cadastrados previamente no site. Meios de pagamento: é possível pagar com todos os cartões de crédito aceitos no site do Pão de Açúcar Delivery.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Oportunidades - Vendas de PCs crescem 23% no primeiro trimestre no país


Conhecer o Presente para prever o Futuro...Oportunidades...

As vendas de computadores pessoais no mercado brasileiro entre janeiro e março somaram 2,89 milhões de unidades, um aumento de 23% em relação a igual período do ano anterior, afirma levantamento encomendado pela Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee).
De acordo com o estudo realizado pela consultoria IT Data, o aumento foi puxado principalmente pela alta de 17% no segmento corporativo, que apurou vendas 17% maiores, ou 1,154 milhão de computadores.
Para o ano, a Abinee prevê vendas de 14 milhões de PCs, uma alta de 17% contra 2009. Já para 2011, a expectativa é de crescimento de 12,85%, para 15,8 milhões de máquinas.
Havia, no ano passado, a expectativa de que os desktops perdessem participação para os notebooks no mercado total de PCs. Porém, em função da preferência do mercado corporativo pelos desktops, a comercialização dos produtos fechará 2010 praticamente em igualdade: 7,05 milhões de computadores de mesa contra 6,95 milhões de portáteis.
Do total comercializado no primeiro trimestre, 1,536 milhão foram de modelos desktop, com os notebooks/netbooks registrando 1,362 milhões de unidades, um crescimento de 70% ante o ano anterior.
fonte: http://g1.globo.com/tecnologia

sábado, 8 de maio de 2010

Gestão de Relacionamento com o Cliente

Vejo centenas de empresas que não se preocupam com o maior ativo "O Cliente"

Nesta semana tive uma experiência muito negativa com uma operadora de cartão de crédito, em minha fatura havia uma cobrança de anuidade de cartão adicional para meus pais, como se eles tivessem o cartão, liguei para a operadora solicitando o cancelamento e o estorno da cobrança (R$150,00 cobrados em 6 parcelas, imagina a quantidade de pessoas que não verificam a fatura e pagam, o quanto os cartões estão faturando levianamente).

Não foi surpresa nenhuma a atendente começar a falar como se estivesse lendo um texto corrido, interrompi e novamente pedi para cancelar, parecia que eu estava falando com um ser que não pensa, que não raciocina, um boneco com uma gravação, deixei bem claro que não interessava e ela começou a repetir novamente o "texto" igualzinho ao anterior, eu não acreditei, nem precisa dizer o final da conversa.

Vejo muitos gestores discursando um monte de bla bla bla, falam bonito, que o cliente é o rei, que a missão da empresa esta focada na qualidade de atendimento e satisfação do cliente, as campanhas publicitárias "falam" que nós os consumidores somos especiais , que o serviço "foi feito para você", mas o mais importante que é ouvir, literalmente ouvir, fechar a boca e ouvir o que o cliente tem para falar e desenvolver estratégias para a verdadeira coisa que mais importa que é o cliente de uma forma mais HUMANA, tentar pelo menos solucionar um problema de forma mais humana (de novo), se colocar no lugar do cliente, não ser passivo, contrário disso ser mais pró ativo, demosntrar pelo menos interesse na solicitação, procurar entender o por que, será que é tão difícil? Sinceramente estou cansada de tanto bla bla bla.

Meu conselho para os gestores de e-commerce, humanizem mais o seu atendimento, a base para um relacionamento eficiente é conhecer o cliente, suas necessidades e saber se comunicar com eficiência, mas com uma característica especial HUMANIZAR, do que adianta CRM, BI, e outras filosofias de relacionamento com o cliente se não é humanizada, não somos números de cartões de crédito, não somos gráficos e estatísticas, somos pessoas, isto mesmo pessoas com comportamentos e características diferentes (Graças a Deus), e para complicar mais os estilos e humores mudam como a velocidade da luz, hoje eu quero uma coisa, amanhã poder ser outra e assim por diante, e isto é uma tendência. (este assunto fica para a próxima)

O atendimento tem que ser totalmente voltado para o cliente como ser humano, nada mais importa do que atender todas as expectativas de uma pessoa, entender suas necessidades individualmente, existe alguma alquimia nisto? Não.

Um mestre do MBA (que por sinal é um excelente professor) disse uma vez e nunca mais irei esquecer: "Parem de ficar procurando galaxias, constelações, ETs, etc, vejam as ESTRELAS!"




sexta-feira, 16 de abril de 2010

IMAGENS E FOTOS DOS PRODUTOS


No processo de montar um e-Commerce não podemos esquecer de um item muito importante a "imagem" do produto, quem compra pela web não toca no produto.

A imagem ou fotografia tem que ser muito fiel, mostrar os detalhes, as cores, uma iluminação adequada, vários ângulos, a imagem precisa ser atrativa para criar credibilidade e desejo.

O ideal é montar um estúdio de fotografia, para produtos de pequenos tamanhos o espaço para um estúdio não passa de 3 m² , dependendo do produto e da demanda poderá contratar o serviço de uma equipe de fotógrafos que já tem uma estrutura apropriada, ou montar seu próprio estúdio, o custo não é alto, existe uma loja que comercializa produtos para fotografia muito interessante, com equipamentos chamados de "Home Fotográfica" a preços razoáveis. visitem o site :
www.atek.com.br

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Inbound Internet Marketing



Inbound Internet Marketing é uma metodologia que consiste em tornar sua empresa encontrável pelos clientes, através da internet. É uma atração passiva e não invasiva.

No marketing tradicional (Outbound Marketing) o foco está em achar prospects através de técnicas intrusivas e pouco direcionadas ao público alvo que se pretende atingir. As empresas usam telemarketing, publicidade na televisão e impressa, feiras, e-mail marketing e até spam.

A tecnologia está tornando essas técnicas cada vez menos eficazes e mais caras. Leis anti-telemarketing bloqueiam chamadas, com o TiVo os telespectadores eliminam a publicidade, filtros de spam bloqueiam e-mails em massa e ferramentas como o RSS estão deixando a publicidade online menos efetiva. E lógico, existem outros meios, mas têm custado cada vez mais.

No Inbound Marketing, ao invés de pagar caro para veicular um anúncio na televisão, visto de forma intrusiva por uma grande quantidade de pessoas que não se interessam pela oferta, cria-se vídeos voltados para clientes em potencial que têm interesse pelo assunto e estão pesquisando via internet. Veja este case da Dove, onde no YouTube, com custo zero, ela obteve o triplo da audiência no Super Bowl.

Ao invés de comprar anúncios em publicações, disponibiliza-se um conteúdo melhor em blogs e sites, nos quais as pessoas interessadas podem se cadastrar e aprender mais. Ao invés de telefonemas intrusivos, cria-se conteúdo de valor e métodos que façam com que os clientes em potencial solicitem maiores informações e as distribuam pela internet. Usa-se assim o poder viral da internet.

O intuito não é ficar martelando a mesma informação para uma grande massa de público não-homogêneo. O Inbound Marketing atrai para o negócio um público altamente qualificado, como um ímã.

Outbound x Inbound

As campanhas de Inbound Marketing de maior sucesso possuem três componentes-chave:

  1. Conteúdo: O conteúdo é o principal fator de qualquer campanha de Inbound Marketing, porque ele atrai o público-alvo para o seu site ou negócio.
  2. Otimização voltada para mecanismos de busca (SEO): Facilita que potenciais clientes achem o seu conteúdo. É através da metodologia que o site é construído e dos links que apontam para ele que se maximiza a classificação junto aos mecanismos de busca, onde a quase totalidade dos processos de compra se iniciam. Apenas 15% das pessoas consultam mais que uma página no Google.
  3. Mídia Social: Estes recursos ampliam o alcance e o impacto do seu conteúdo, e quando ele é distribuído e discutido nas redes sociais, se torna mais autêntico e relevante, com maior possibilidade de atrair clientes qualificados.

Componentes do Inbound Internet Marketing

Por que o Inbound Marketing Faz Sentido?

Para empresas com orçamentos restritos, que se preocupam e obter uma relação custo/benefício melhor, ganha-se eficiência através de:
  1. Menores custos: A maioria dos componentes do diagrama acima são grátis, ou quase. Custos de promoção e veiculação, quando comparados aos do OutBound Marketing, são ínfimos. Menor custo também no ciclo de venda.
  2. Melhor foco: No Inbound Marketing, o público alvo se auto-classifica. Quando eles demonstram interesse no seu conteúdo, significa que, de alguma forma, eles estão interessados em seus produtos.
  3. É um investimento, e não uma despesa corrente: Quando você compra uma publicidade do tipo Pagamento por Clique em motores de busca, seu valor se vai logo que pagar por ela. A fim de manter uma posição no topo dos resultados pagos do Google, você tem que continuar pagando. No entanto, se você investir esse dinheiro na qualidade de conteúdo do Google, que classifica os resultados orgânicos, você vai estar lá até que alguém lhe tire aquela posição.
fonte: http://alex.frachetta.com

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Quer montar um e-commerce?


Como para qualquer início de um empreendimento é necessário começar sempre com um plano de negócio:

Plano de negócio: o que é preciso saber
Dados cujo conhecimento é necessário para o desenvolvimento do negócio.
Conhecer o ramo de atividade, definir produtos e analisar o local de estabelecimento constituem algumas medidas que o empreendedor tem de levar em consideração na hora de montar o seu negócio.

Conhecer o ramo de atividade – É preciso conhecer alguns dados elementares sobre o ramo em que se pretende atuar e as possibilidades de atuação no segmento (exemplo: loja virtual de roupas: pode-se atuar com jeans, malha, linho, seda, público infantil, adulto, feminino, masculino, gls, idosos, etc

Conhecer o mercado consumidor – O estudo do mercado consumidor é importante para o empreendimento, pois abrange as informações necessárias para a identificação dos prováveis compradores. O que produzir, de que forma vender, qual o local adequado para a venda, qual a demanda potencial para o produto. Essas são algumas indagações que podem ter respostas mais adequadas quando se conhece o mercado consumidor.

Conhecer o mercado fornecedor – Para iniciar e manter qualquer atividade empresarial, a empresa depende de seus fornecedores (mercado fornecedor). O conhecimento desse mercado se reflete nos resultados pretendidos pela empresa. Mercado fornecedor é aquele que fornece à empresa os equipamentos, máquinas, matéria-prima, mercadorias e outros materiais necessários ao seu funcionamento.

Conhecer o mercado concorrente – O mercado concorrente compõe-se das pessoas ou empresas que oferecem mercadorias ou serviços iguais ou semelhantes aos que você pretende oferecer. Esse mercado deve ser analisado de maneira que sejam identificados: quem são os concorrentes; quais mercadorias ou serviços oferecem; quais são as vendas efetuadas pelo concorrente; quais os pontos fortes e fracos da concorrência; fidelidade da clientela em relação à concorrência.

Definir produtos a serem fabricados, mercadorias a serem vendidas ou serviços a serem prestados – É preciso conhecer detalhes do seu produto/serviço e oferecer produtos e serviços que atendam às necessidades de seu mercado. Também é importante definir qual a utilização do seu produto/serviço, qual a embalagem a ser usada, tamanhos oferecidos, cores, sabores etc.

Analisar a localização da empresa – Onde montar o negócio. Essa escolha pode significar a diferença entre o sucesso ou o fracasso de um empreendimento.

Conhecer marketingMarketing é um conjunto de atividades desenvolvidas pela empresa para que atenda desejos e necessidades de seus clientes. As atividades de marketing podem ser classificadas em áreas básicas, que são traduzidas nos 4 ‘pes’: Produto, Pontos de Venda, Promoção (Comunicação) e Preço.

Processo operacional – Este item trata do ‘como fazer’. Devem ser abordadas questões como: que trabalho será feito e quais as fases de fabricação/venda/prestação de serviços; quem fará; com que material; com que equipamento; quando fará. É preciso verificar quem possui conhecimento e experiência no ramo: o empreendedor, um futuro sócio, um profissional contratado etc.

Projeção do volume de produção, de vendas ou de serviços - É prudente que o empreendedor ou empresário considere a necessidade e a procura do mercado consumidor; os tipos de mercadorias ou serviços a serem colocados no mercado; a disponibilidade de pessoal; a capacidade dos recursos materiais - máquinas, instalações; a disponibilidade de recursos financeiros; a disponibilidade de matéria-prima, mercadorias, embalagens e outros materiais necessários.

Projeção da necessidade de pessoal – Identifique o número de pessoas necessárias para o tipo de trabalho e que qualificação elas deverão ter.

Análise financeira – É necessário fazer uma estimativa do resultado da empresa, a partir de dados projetados, bem como uma projeção do capital necessário para começar o negócio, pois há de fazer investimento em local, equipamentos, materiais e despesas diversas, para instalação e funcionamento inicial da empresa.

fonte: sebrae

sábado, 27 de março de 2010

Usabilidade



Não basta ter um e-commerce com um visual lindo, banners piscando, interfaces de encher os olhos se o site não tem um tráfego qualificado, testes de usabilidade irão nortear o desenvolvimento do site baseado nas necessidades do usuário.


As pessoas que entram em um determinado site querem encontrar informações ou comprar produtos ou serviços em um tempo bem curto e fácil, se não conseguem , em apenas um clique lá se foi uma venda. Um site pode parecer sensato, mas pode causar problemas a outras pessoas. É aí que entra os testes de usabilidade, pensando no usuário, para o usuário e com o usuário. Os sites usáveis ajudam às pessoas nos processos interativos, ajudam-lhes a buscar informação, a comprar e a se informar, esse é o ponto. Um exemplo é o site da Amazon.com desde a sua criação já passou por várias alterações sempre com a finalidade de ser um facilitador para o seu usuário.


Testes de Usabilidade é trabalhoso, envolve tempo, recursos físicos e tecnológicos, porém uma pequena mudança no site pode resultar em um grande sucesso.



quarta-feira, 24 de março de 2010

Nichos e Oportunidades de Negócios




A B2W e a Nova Ponto Com estão investindo cada vez mais em TI e Logística, O Carrefour e o Wallmart fecham parcerias com grandes marcas para brigar pelo melhor preço...

Quem vai "cuidar" das MPE´s Aquelas onde tudo é muuuuito enxuto: o conhecimento de comércio eletrônico, o estoque, o espaço físico, o pessoal, a verba de publicidade ? humm mais uma oportunidade....

segunda-feira, 15 de março de 2010

Redes Socias

Pioneira no uso da Internet para se comunicar com seus públicos e ampliar a exposição da marca, a Tecnisa usa muito bem as redes sociais.
Entrevista com o Diretor de Internet da Tecnisa - Romeo Busarello.
O blog é ainda o carro- chefe da Tecnisa nas redes sociais?
O blog é ainda o carro-chefe, mas o Twitter está encostando. Falo com muita força para os meus alunos que se eu não tivesse me reinventado ao longo desses últimos cinco ou seis anos, eu certamente teria perdido o meu emprego, porque ainda estaria fazendo mala direta 21x28, em papel couché, 4x4, e o fato de eu nunca ter me descuidado das questões tecnológicas, me deixou um profissional mais completo sob o ponto de visto do marketing, por que eu sei muito bem o mundo analógico, que foi o que norteou a minha carreira, e hoje conheço também profundamente o mundo digital.
Se você pudesse sintetizar, qual é a importância das redes sociais para a Tecnisa?
Elas têm várias importâncias. A Tecnisa se destacou com as redes sociais, no cenário nacional, e tornou-se uma referência nacional. Não somos uma Nike, Nokia, Adidas, ou um produto cool, somos uma construtora que vende um produto com tíquete médio de R$ 500 mil, basicamente, na cidade de São Paulo, e hoje quando você fala de redes sociais no Brasil, a primeira referência que se tem é de uma construtora, é da Tecnisa. Então as redes nos ajudaram muito no desenvolvimento de marca. Hoje, a maca tem uma reputação ligada à Internet, inovação e boas práticas de marketing digital, que tornaram a marca conhecida a custo baixo. Além disso, estamos aprendendo a nos engajar, dialogar, ser transparente, gerar tráfego e até, em ultima instância, vender pelas redes sociais, como foi a venda que fizemos pelo Twitter. Hoje, temos mais de dez unidades originadas por contrato pelo Twitter. Uma coisa que sempre gosto de ressaltar é que não é toda a empresa que precisa estar nas redes sociais. Uma Claro, Vivo, ou empresas, como por exemplo, a NET, que têm grande volume de clientes, podem correr o risco de entrar e depois não dar conta da vazão, porque o internauta brasileiro é muito participativo e colaborativo. Vemos pelo blog como eles participam, colaboram, interagem, isso porque somos uma construtora e vendemos um produto que não tem muita aderência, e mesmo assim, o internauta interage. Então é preciso dar retorno, porque eles mandam, postam, comentam e sempre gostam de ter esse retorno.

Fonte: Catho

domingo, 14 de março de 2010

Não tente adivinhar o futuro, crie o futuro.


Muitos empreendedores querem saber o que vai acontecer no futuro com a Internet, uma coisa nós já sabemos, a Internet chegou para ficar.

A Geração "Y" está criando mega empresas ponto com, a frente dos mais velhos, estão mais adaptados a moderna tecnologia que potencializa a sua intelectualidade.

Não existem mais barreiras e nem fronteiras, a necessidade de conhecimento, de socialização, de integração, de lazer, de consumir, e de soluções é empírica, e a Internet permite tudo isso com uma velocidade absolutamente absurda. Não é a toa que os grandes players estão investindo pesado em logística, o tempo virou nosso inimigo ou uma oportunidade? tudo é para ontem.

Então mãos a obra, está esperando o que? atenda esta demanda, mas não se esqueça de antes planejar.